• Skip to primary navigation
  • Skip to main content

Transportes e Armazenagem

Transportes terrestres, marítimos e aéreos, por oleodutos ou gasodutos, actividades postais e de courier

  • TRANSPORTES MARÍTIMOS
  • TRANSPORTES TERRESTRES
  • TRANSPORTES AÉREOS
  • TRANSPORTES PÚBLICOS
  • POSTAIS E COURIER
  • OLEODUTOS E GASODUTOS
  • ARMAZENAGEM

Transportes terrestres: Pense verde deixe o carro em casa

4 de Dezembro de 2019 by Diana Lopes Leave a Comment

Vivemos na era da comodidade onde para nos deslocarmos uns míseros quilómetros usamos o carro. Atualmente ter um carro é tão banal quanto ter um telemóvel, mas a verdade é que existem outros transportes que também o fazem chegar ao seu destino e que além disso são mais ecológicos. Já pensou quantas pessoas cabem nos transportes públicos? Pois, pense nisso.

Transportes públicos versus carro

transportes públicosPara quê escolher os transportes públicos se o seu carro o leva a onde precisa com conforto e às horas que quer? Por várias razões. Ao escolher viajar de transportes públicos estará a poupar dinheiro, mesmo com o preço elevado dos passes mensais ainda compensa escolher a rede de transportes públicos em vez do carro. Não se esqueça de incluir neste campo o dinheiro gasto em manutenção do carro devido ao desgaste.

Outra questão importante é o ambiente. Se vive numa cidade sabe o quanto esta pode ser poluída e uma das razões que aumenta os níveis de poluição é o uso excessivo do carro por parte da população.

Ao escolher os transportes públicos está a ser amigo do ambiente e contribuir para uma diminuição da emissão de gases poluentes para a atmosfera. Se para si esta não é uma questão importante, pense nos seus filhos que crescem num ambiente cada vez mais poluído.

Transportes públicos e o estacionamento

Ao deixar o carro em casa e a preferir os transportes públicos estará também a ganhar a vantagem de não ter problemas com estacionamento. Principalmente nas grandes cidades, ter um local para estacionar o carro que não seja pago ou que seja perto dos locais onde tem de ir como o trabalho é uma tarefa quase impossível. 

Os transportes públicos dão-lhe a vantagem de não se ter que preocupar com lugares de estacionamento ou de estacionar o carro tão longe que era preferível ter ido a pé.

A rede de transportes

Nas cidades de grandes dimensões a rede de transportes é mais eficiente do que nas pequenas cidades ou vilas, sendo quase desnecessário utilizar o carro para se deslocar. No entanto, no caso de determinadas pessoas que moram em cidades mais pequenas, a rede de transportes pode não apresentar um leque de escolhas suficiente para as suprimir as necessidades da população. Nestes casos o uso do carro torna-se quase obrigatório, sendo que a única alternativa mais ecológica é deslocar-se de carro até à estação de transportes mais próxima e que ofereça escolhas suficientes.

Transportes públicos e a vida saudável

Utilizar os transportes públicos em vez do carro fomenta a vida saudável. Isto porque a paragem ou estação não são na maioria das vezes à porta do trabalho ou de casa o que obriga a percorrer uma determinada distância a pé. Não se esqueça que pode sempre sair numa estação mais longe e percorrer o resto do caminho a pé praticando assim atividade física.

Prefira os transportes públicos, deixe o carro em casa.

Filed Under: ARMAZENAGEM Tagged With: actividades auxiliares dos transportes terrestres, educação, ensino pratico, fadiga, formação prática, infra-estruturas dos transportes terrestres, organização do transporte, Prevenção, Stress, Trabalho

Stress inerente aos motoristas de pesados de passageiros

13 de Agosto de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

O que é o stress no trabalho?

O stress no trabalho surge quando o ambiente de trabalho coloca exigências que excedem as competências que o trabalhador pensa possuir para as enfrentar (ou controlar). O stress não é uma doença mas, se for intenso e prolongado, pode causar danos do foro físico e psíquico (depressões, esgotamentos nervosos e doenças cardiovasculares entre outros).

Trabalhar sob uma certa pressão pode até melhorar o nosso rendimento e proporcionar satisfação, desde que possamos concretizar os objectivos a que nos propomos. Ao invés, se as exigências e as pressões aumentarem excessivamente podem resultar em stress. O stress pode ser provocado por problemas existentes no local de trabalho, fora dele ou ambas as hipóteses.

Quais são as causas do stress no condutor?

A posição de trabalho sentado de um condutor de pesados de passageiros pode ser um motivo de fadiga e, assim, de stress. Apesar de constituir uma posição mais cómoda, porque aumenta a superfície de apoio do condutor, pode tornar-se incómoda se for incorrecta e prolongada – provocando dores nas costas, nos ombros, no pescoço e até problemas de circulação sanguínea.

Para evitar estes riscos é preciso dispor de assentos apropriados, saber sentar-se e também ter em conta outras regras e medidas preventivas

Se é condutor e anda a sofrer de stress, fadiga e dores musculares – leia isto e veja o que está errado enquanto conduz:

  • o plano de trabalho deve fazer um ângulo aproximado de 90 graus com a coluna vertebral do condutor;
  • o espaço para as pernas deve ser suficientemente amplo para garantir liberdade de movimentos;
  • o assento deve ser regulável, em profundidade e altura, para se poder apoiar a região lombar;
  • os pés, devem estar bem assentes na superfície e ter área suficiente para assegurar uma boa estabilidade e conforto;
  • o encosto deve ser também regulável para apoiar as costas no local mais vulnerável (altura da cinta);

Não pode ficar esquecido que é muito benéfico parar, fazer pausas, caminhar e fazer exercícios físicos de relaxe durante viagens longas.

Quando a Fadiga resulta em Stress

stress
Fonte: http://everystockphoto.s3.amazonaws.com/

A fadiga no condutor manifesta-se a nível muscular, nervoso e visual. Torna-o, em stress, nervoso e ansioso. Os seus gestos ficam mais lentos e tem, muitas vezes, tendência a circular demasiado depressa -avaliando mal a sua velocidade e a os outros. A condução, por obrigar a fases de atenção difusa e de concentração intensa, numa postura rígida, induz à fadiga mesmo que no seu estado inicial não seja muito sentida pelo condutor.

Há que saber reconhecer os sinais da Fadiga

Irritabilidade, cabeça pesada, picadas nos olhos; Bocejos, crispação do pescoço e dos ombros; Necessidade de mudar frequentemente de posição; Impressão de que todos os outros condutores conduzem mal; Sensação de muito calor ou de o vestuário estar muito apertado:
se estes sinais aparecerem não hesite em parar, tomando as devidas precauções saindo do veículo e andando um pouco.

Para evitar o estado de fadiga o condutor deve

  • Manter o veículo arejado e regular a climatização;
  • Ligar o rádio com música suave;
  • Beber muita água, não ingerir bebidas alcoólicas, e alimentar-se à base de refeições ligeiras;
  • Evitar manter o olhar sempre fixo no eixo da via – assim como marcar uma hora de chegada muito rígida ou iniciar a viagem após um dia de trabalho;
  • Fazer pausas de 10 a 15 minutos a cada 2h de condução.

Atenção!!

Porque contraria o nosso ritmo biológico e porque a luminosidade é artificial, a fadiga surge com mais frequência – e acentua-se – durante a condução nocturna. Não esquecer, igualmente, de que a comodidade também é segurança. Para que a viagem seja menos fatigante o condutor deve estar comodamente sentado e em posição que possibilite o domínio perfeito do veículo em caso de emergência.

Assim, é importante reforçar

  • Regule o assento de forma a que os pés cheguem perfeitamente aos pedais;
  • Regule os espelhos retrovisores de forma a melhorar a visibilidade. A fadiga pode induzir à sonolência, principalmente de noite e/ou em ambientes monótonos. Tanto um como outro destes estados pode ser agravado pela absorção de álcool, drogas e/ou medicamentos.

Filed Under: ARMAZENAGEM Tagged With: actividades auxiliares dos transportes terrestres, condutores de pesados de passageiros, educação, ensino pratico, fadiga, formação prática, infra-estruturas dos transportes terrestres, organização do transporte, Prevenção, Stress, Trabalho, transportes terrestres

Transporte terrestre: Flexibilidade na entrega porta a porta

23 de Abril de 2019 by Diogo Pinheiro 3 Comments

Quando se monta um negócio em que é necessário fazer entregas/exportações há que ter em conta os vários tipos de transporte possíveis e quais os seus pontos fortes e fracos a fim de escolher qual deles oferece mais vantagens competitivas ao seu negócio.

O transporte terrestre será aquele que à partida garante maior eficácia e eficiência a curtas/médias distâncias. Tomando como exemplo o nosso país, salvo raras excepções o transporte de mercadorias dentro de território nacional é efectuado por transporte terrestre.

Dentro do meio terrestre as opções dividem-se em dois grupos: transporte rodoviário (carros, motas, etc.) e transporte ferroviário (comboio).

Se pretendemos um transporte de mercadorias para curtas e médias distâncias, o transporte rodoviário é o mais competitivo. Apesar da escalada dos preços do combustível, comprar meios de transporte próprios ou solicitar o serviço a outras empresas continua a levar vantagem em termos de investimento em relação aos outros meios devido à facilidade de “arranjar” o transporte propriamente dito e a flexibilidade na rota que estes permitem.

Esta flexibilidade permite contornar o problema do condicionamento do tráfego, podendo o transportador ao deparar-se com uma situação de tráfego intenso que iria condicionar os seus prazos de entrega e toda a logística inerente ao processo optar por outra via, numa solução ao estilo, digamos, “todos os caminhos vão dar a Roma”.

Ainda falando da flexibilidade do serviço que os meios de transporte rodoviário conferem ao transporte podemos concluir que esta opção oferece uma grande cobertura geográfica facilitando, e muito, as entregas ponto a ponto como as entregas ao domicílio. Ainda no campo das vantagens resta acrescentar que no que toca ao acomodamento da carga é a opção mais económica.

No que toca a desvantagens para além da já referida dependência do tráfego (como referido acima pode ser contrariada pela flexibilidade do serviço) há também que referir a dependência relativamente à regulamentação, às condições climatéricas e até às próprias infra estruturas disponíveis (vias de trânsito). O preço também encarece com distâncias significativamente longas.

Depois temos o transporte ferroviário. Transportar mercadoria de comboio torna-se especialmente vantajoso quando se trata de distâncias consideravelmente grandes e quando se procura transportar elevadas quantidades de material. O comboio é uma opção que já não apresenta grande dependência relativamente às condições atmosféricas e é a opção que permite maior diversidade relativamente ao tipo de carga que se pretende transportar.

Por ter um preço superior ao transporte rodoviário, pode tornar-se dispendioso em distâncias curtas ou quando se transporta pouca quantidade de carga. Há ainda que se salientar que é um transporte muito pouco flexível. A sua rota está irremediavelmente condicionada, o que faz com que muitas vezes as empresas tenham que anteriormente ou posteriormente recorrer a outra meio de transporte para completar o processo logístico.

Os horários também são pouco flexíveis devido às condicionantes de tráfego próprias deste meio. Para encerrar as desvantagens resta referir que os custos de manuseamento e acomodamento da carga são muito superiores ao transporte rodoviário (e outros tipos) porque envolvem manuseamento de maquinaria pesada.

Podemos então concluir que optar pelo transporte terrestre em detrimento do aéreo ou do marítimo e posteriormente optar entre o transporte rodoviário ou ferroviário é apenas uma questão de análise da natureza, dimensão e sistema de vendas e logística da empresa.

Filed Under: ARMAZENAGEM Tagged With: actividades auxiliares dos transportes terrestres, infra-estruturas dos transportes terrestres, organização do transporte, Prevenção, Trabalho

A importância da rede de transportes na vida quotidiana

18 de Dezembro de 2018 by Diana Lopes 1 Comment

Todos os dias quando nos deslocamos para o trabalho ou quando no final do dia vamos ao supermercado comprar o jantar, não imaginamos que por trás disso está uma rede de transportes que assegura que o dia-a-dia corra tal e qual como o conhecemos. A rede de transportes é essencial para garantir que os produtos cheguem às prateleiras do supermercado, garantem trabalho a inúmeras pessoas e sem eles não teríamos a mesma facilidade em adquirir produtos.

A rede de transportes de distribuição

A rede de transportes que garante a distribuição de bens e serviços em todo o território é essencial para que consigamos ter acesso aos produtos.

Imagine o seguinte cenário: Em Portugal não se produziam batatas, estas apenas eram produzidas em França.

Se não existisse uma rede de transportes responsável pela distribuição de batatas de França até Portugal, a população portuguesa não saberia o que era este produto a não ser que se deslocasse a França.

Com a existência de uma rede de transportes é possível transportar produtos que são produzidos no país x para o país y, ocorrendo assim uma globalização dos produtos que podemos encontrar à venda.

A globalização

Atualmente a nossa alimentação tornou-se global, as roupas que usamos tornaram-se globais, tudo aquilo que podemos encontrar no nosso país podemos encontrá-lo no país vizinho mesmo que determinado produto não seja aí produzido. Esta globalização de produtos e serviços cada vez mais presente no dia-a-dia só se tornou possível com o aparecimento de uma rede que transportasse esses bens e serviços.

Por outro lado, a rede de transportes de passageiros possibilitou que cada vez mais pessoas tivesse a possibilidade de se deslocar entre países com grande facilidade, conhecendo novas culturas e estilos de vida.

Se não existisse uma rede de transportes de produtos, serviços e pessoas estaríamos limitados em relação àquilo que conheceríamos do mundo.

Quando tudo falha

Quando por alguma razão esta rede de transportes falha, seja por uma greve, guerras ou outras razões, a distribuição e circulação de bens e serviços fica em risco. Quando se dá uma greve dos motoristas de camiões responsáveis pela distribuição nas grandes cadeias alimentares, as prateleiras ficam vazias, a população não tem onde ir buscar a alimentação que necessita.

Principalmente nas grandes cidades toda a alimentação consumida é comprada num supermercado e nenhuma é produzida em casa, numa horta, por exemplo. Quando a rede de distribuição falha, a população deixa de ter acesso à alimentação e num caso extremo passa fome.

A rede de transportes e o trabalho

Outro fator que a rede de transportes trouxe, foi um aumento de empregabilidade. Não só aos motoristas, mas também às pessoas que trabalham nos pontos de origem e destino da distribuição.

Pode passar despercebida, mas a rede de transportes é fundamental.

Filed Under: TRANSPORTES PÚBLICOS Tagged With: actividades auxiliares dos transportes terrestres, educação, ensino pratico, formação prática, infra-estruturas dos transportes terrestres, organização do transporte, Prevenção, Stress, Trabalho

A distribuição e a adequação dos meios de transporte

25 de Novembro de 2018 by Diogo Pinheiro Leave a Comment

Para quem está familiarizado com o marketing certamente já ouviu falar nos quatro p”s. Produto, preço, distribuição e promoção. Salta à vista que distribuição escreve-se com “d” e não com “p”, mas importa relembrar que este termo vem do inglês “placement”.

Todos os quatro p”s são importantes e desempenham o seu papel numa empresa, no entanto iremos focar-nos na distribuição. 

Uma empresa quando fabrica um produto precisa de o fazer chegar ao mercado em condições ideais de venda ao cliente, seja qual for o tipo de produto. Há todo um processo que necessita ser planificado para levar o produto X do ponto A ao ponto B.

distribuiçãoTradicionalmente existe uma cadeia de distribuição pela qual o produto passa antes de chegar até ao cliente final. Após a produção em fábrica, na cadeia de distribuição tradicional, o produto é adquirido ao fabricante em grandes quantidades por um grossista que posteriormente irá vender ao retalhista que por sua vez fará escoar o produto até ao cliente final. Esta é a cadeia tradicional, mas também existem alternativas com menos ou sem intermediários.

Esta forma de encarar a distribuição acarreta custos que encarecem muito o produto desde a fonte até às mãos de quem o vai usar efectivamente. Por essa razão, temos assistido a novas escolhas estratégicas que levam a cortes nos intermediários de forma a não perder clientes.

A distribuição digital é reflexo dessa ideologia. No entanto, nem todos os produtos podem ser distribuídos digitalmente.

A escolha dos canais de distribuição é extremamente importante na estratégia comercial da empresa. Para além dos custos a pagar a possíveis intermediários, há que acrescer os custos com meios de transporte. Por terra, por mar ou ar, as diferentes alternativas adequam-se a diferentes produtos e necessidades de transporte. A escolha adequada do meio de transporte que irá sustentar a cadeia de distribuição é, muitas vezes, o sucesso da estratégia de distribuição da empresa. Não só por razões económicas, mas também para garantir uma disponibilidade total e em condições do produto em loja.

O transporte terrestre oferece como principais vantagens a flexibilidade e entrega ponto a ponto (carros, motas, carrinhas ou camiões) ou a possibilidade de cobrir longas distâncias no caso do comboio. Há produtos que necessitam de uma acomodação especial no processo de transporte como os produtos alimentares. Isso aliado ao facto de não deverem percorrer distâncias demasiado significativas para não deteriorarem a sua qualidade e a necessidade constante de estar “produto fresco” na prateleira, faz com que o transporte terrestre seja uma boa opção nestas situações.

Este é um exemplo de como certos produtos necessitam de meios de transporte próprios e adequados. Nos casos do transporte marítimo e aéreo existirão outros produtos que não fariam sentido serem transportados por meio terrestre.

Todo o cêntimo conta e na estratégia de uma empresa é importante o estudo intensivo do melhor meio de transporte que possa sustentar a cadeia de distribuição, de forma a obter os melhores resultados possíveis que a possam levar ao sucesso.

Filed Under: TRANSPORTES AÉREOS, TRANSPORTES MARÍTIMOS, TRANSPORTES TERRESTRES Tagged With: actividades auxiliares dos transportes terrestres, infra-estruturas dos transportes terrestres, organização do transporte, transportes aéreos, transportes aéreos de mercadorias, transportes aéreos de passageiros, transportes terrestres

Transportes e Armazenagem

Powered by: Made2Web Digital Agency.

  • Política Cookies
  • Termos Utilização e Privacidade
  • Mapa do Site